Hinos

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Vidas perdidas...


Vidas perdidas...
Absurdos acontecem todos os dias, estampados nos meios midiáticos, com a bestial banalização da vida humana.
Um povo sem rumo, governado por eleitos mais despudorados ainda, caminha a passos largos para o seu inequívoco caos.
E as elites hipócritas ainda conservam alguma ilusão de que estão protegidas em seus castelos de papel.
Saiba que, ainda que não admita, você é parte desse jogo voraz, não apenas mero telespectador.
Então o que fazer, se a próxima vítima pode ser você?
Por Mauro Rogério
https://www.facebook.com/df.maurorogerio

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Operação Formosa 2016 adestra Fuzileiros Navais no Centro Oeste brasileiro (AVCFN)

COM A PARTICIPAÇÃO DA AVCFN..Saímos daqui do Rio(Tropa de Reforço), passamos pelo CEFAN, FFE e aí seguimos para Formosa...Saida da Tropa às 11:30, saida da FFE às 13:30.dia 12/10 e retornamos as 08:00 do dia 18/10 chegando a Tropa de Reforço às 06:30 do dia 19/10



Formosa (GO), 17/10/2016 – Sob sol forte e em pleno cerrado brasileiro 2,4 mil fuzileiros navais vindos do Rio de Janeiro estão em operação real de guerra. São exercícios que têm por objetivo preparar o militar da Marinha do Brasil para situações das mais corriqueiras às mais extremas. E, para acompanhar parte deste treinamento, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e oficiais generais da Força Naval e observadores estrangeiros estiveram nesta segunda-feira (17), na Fazenda Bonsucesso, um campo de treino do Exército situado a quase 100 quilômetros do centro de Brasília.
Após assistir exercícios de ataque e defesa, desembarque de tropas e emprego de robô para desarme de explosivo, o ministro Jungmann destacou que os fuzileiros navais constituem “a linha de frente composta por estes bravos profissionais, capacitados, com desempenho e disciplina”.

O ministro assistiu a uma apresentação com detalhes da operação, que contou com a participação de oficiais generais da Força Naval e observadores estrangeiros
"Trago aqui a mensagem do presidente Michel Temer pelo comportamento, disciplina, compromisso e bravura dos fuzileiros navais”, disse o ministro.

Operação Formosa
Jungmann chegou hoje pela manhã no campo de treinamento para acompanhar os exercícios dos fuzileiros no âmbito da Operação Formosa. Acompanhado do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), almirante Ademir Sobrinho, o ministro foi recebido pelo comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra (FFE), almirante Alexandre José Barreto de Mattos. No interior de uma barraca climatizada, o almirante apresentou detalhes da operação de adestramento.
“Este tipo de exercício requer a necessidade disciplina e superação enormes. Também intenso planejamento. E para estas atividades o campo de instrução de Formosa, por sua estrutura, facilita a realização deste treinamento”, afirmou o almirante Alexandre.
Para chegar à fazenda Bonsucesso, as tropas iniciaram deslocamento do Rio de Janeiro, uma operação logística que exigiu o poder de mobilização. Até o campo foram percorridos 1.644 quilômetros. O comboio contou com 59 viaturas leves, 71 viaturas pesadas, 25 blindados e 50 ônibus.
Após o briefing, o ministro Jungmann se deslocou para a parte externa onde ocorreram demonstrações num Posto de Controle de Trânsito (PCT). Lá, militares simularam abordar uma viatura suspeita. No para-choque do carro um explosivo identificado por robô e, em seguida, detonado. Na outra parte, o exercício de descontaminação em decorrência de ataque por agente NQBR (Nuclear, Químico, Biológico e Radiológico).
Militares figurantes “feridos” foram encaminhados ao hospital de campanha e atendidos de acordo com o grau de ferimento.  Em seguida, o ministro percorreu os setores do hospital e conferiu as principais atividades médicas da unidade.


O comboio contou com 59 viaturas leves, 71 viaturas pesadas, 25 blindados e 50 ônibus
Campo de treinamento
Depois, a comitiva seguiu para o campo de treinamento, onde os fuzileiros demonstram situações reais de guerra. O exercício começou com o lançamento de militares do Batalhão de Operações Especiais Tonelero. A infiltração dos paraquedistas ilustrou a ação de reconhecimento do território.
No instante seguinte, aviões AF 1 lançaram bombas. Tanques adentraram ao local para o desembarque de militares e sequência de disparos de misseis, cenas que mostram o preparo militar para o enfrentamento das situações mais diversas.
Ao término do exercício, Jungmann discursou para 1,4 mil fuzileiros. Na oportunidade, o ministro destacou a importância desta tropa de elite da Marinha. “Os fuzileiros são a primeira linha da proteção da Pátria. Vi aqui mais um exemplo de profissionalismo. Deixo aqui o meu abraço e saio com a certeza que o Brasil se encontra em boas mãos”, afirmou.
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 Treinamento em APH TÁTICO

   AGRADECIMENTOS AOS VETERANOS QUE  COLABORARAM COM ESTA MATÉRIA

                            Francisco Veterano Alves:


                           Veterano Mauricio Cavalcante:

Fonte:
Por Roberto Cordeiro

Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071  

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais

A engenharia naval é o ramo da engenharia que tem como atividade principal as obras que se destinam à exploração das potencialidades do mar. Embora especializada, a engenharia naval é bastante eclética já que aborda os principais aspectos das outras modalidades de engenharia, direta ou indiretamente. Com o desenvolvimento da exploração e produção de petróleo no oceano, o trabalho do engenheiro naval estendeu-se à engenharia oceânica.
O engenheiro naval dedica-se à todas as fases de vida dos veículos e plataformas destinados ao transporte marítimo, à exploração dos recursos marinhos e as atividades de recreio, desde a fase de concepção e projeto, à de construção e respectiva fiscalização, passando pela inspeção, manutenção e reparação. Estão ainda incluídas as tarefas de planejamento e gestão das operações marítimas e portuárias. O profissional deve ter a visão sistêmica e abrangente necessária ao projeto dos grandes sistemas de engenharia.

Resultado de imagem para Engenharia naval do CFN

História

Sua origem remonta ao estabelecimento, em 1 de abril de 1958, da Engenharia de Combate no CFN, ao ser instalado o 1a. Companhia de Engenharia, no Saco do Valente (ilha do Governador), no Rio de Janeiro. Cerca de um ano mais tarde, foi transferida para Duque de Caxias, onde após quatro anos de obras, inaugurou as instalações que ocupa até aos nossos dias.
Tem participado de missões de paz e humanitárias em Angola, Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras, Líbano, Haiti, Nicarágua e Peru.

 Atribuições
Entre as atribuições do batalhão relacionam-se as do lançamento de campos minados e obstáculos, assim como a sua remoção; trabalho de desativação de artefatos explosivos, defesa nuclear, biológica, química e radiológica; construir fortificações de campanha; abrir picadas, estradas e campos de pouso; efetuar camuflagens e demolições; lançar equipamentos de transposição de cursos d'água; construir e reparar pontes; produzir água potável e gerar energia elétrica.


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